sexta-feira, 12 de abril de 2024
O popular julgamento socrático
50 Diálogos Antagônicos
quinta-feira, 18 de agosto de 2022
50 Anos da nossa amiga Paula
A amizade, quando é sincera, nasce de forma genuína, no qual só podemos agradecer de termos um dos maiores tesouros que alguém pode possuir na vida. Um tesouro que estimamos com fervor. Encaro a nossa amizade, minha querida amiga, como uma bênção de Deus, em que a sua mensagem divina e espiritual tem um valor inestimável. A nossa amizade não é apenas verdadeira, mas também é remota e onde se depositaram ao longo dos anos um conjunto de raízes solidificadas por confidências e segredos entre os diversos troncos das árvores.
É com enorme orgulho poder afirmar que disponho minha amizade há tantos anos, que juntos soubemos construir uma ponte de relacionamentos sinceros puros que sempre solidificam através de todo esse tempo. Sempre soubemos contornar ou saltar qualquer obstáculo que a vida nos jogou no caminho., salvaguardando o mais importante valor da amizade em primeiro lugar.
É com enorme alegria, orgulho, conforto que estou a celebrar contigo , com a tua família maravilhosa, a minha sabedoria sobre a nossa amizade após destes anos todos, no qual o lar da tua familia sinto-me num porto seguro, onde me encontro neste chão tão estável estabeleço a nossa amizade do fundo coração.
Neste momento desejo-te um feliz 50 anos com a maior paz e harmonia no mundo.Feliz dia Paula com tudo do melhor.
Mark Brandão
sexta-feira, 11 de dezembro de 2020
Nunca perdoes o próximo?
A vida ensina-nos as respostas necessárias de sobrevivência da alma quando alguém nos magoa. A vingança não serve de nada se temos o ódio necessário para vencer a dureza do abandono. Ninguém tem o direito de magoar ninguém, essencialmente numa idade juvenil sonhadora em que se sente a emoção de amar alguém e por uns míseros 500 escudos vende-se a alma ao diabo, pelo puro materialismo de querer mais para si do que o próximo. É nesta fábula que nasce o homem, que sofre, que luta nas cinzas do fogo e por fim se afirma pelo conhecimento, de forma seja alguém com imagem tangível de si projetada na cruz. O símbolo de Deus da nossa misericórdia permite-nos compreender a verdadeira essência do espírito relutante consigo próprio, mas com a fé compreende o verdadeiro significado da vida, à medida que o tempo passa. A verdadeira mensagem do senhor está dentro de nós, nada acontece por acaso, simplesmente tem uma razão de ser, crescer e por fim viver para um determinado destino que se chama fim. É este fim que esperamos, independentemente sejamos ricos, pobres, doentes, felizes ou infelizes, antes demais sejamos crentes connosco próprios e tolerantes com os nossos semelhantes. Não sabemos o dia de manhã, sabemos o dia de hoje, o dia de ontem, mas o futuro será sempre uma incógnita, porque o imprevisto surge, o inesperado acontece, e a força desaparece, quando sentimos estamos perdidos e sem rumo. A explicação lógica disto tudo será uma incógnita, porque se damos tudo não temos nada, se não damos nada é porque não damos nada e quem nos ama deseja ter aquilo que não tem. No fundo a vida é uma hipercomplexidade de ajustamentos sociais, em que o ser procura o prazer do momento, a satisfação permanente, e o reconhecimento devido sem saber o porquê da sua existência?
É nesta dinâmica que nós baseamos o conceito da vida, para compreendemos o nosso real caminho, faz-se caminhando e para caminhar temos que ter um percurso, como um rio que atinge a sua foz por meio de ultrapassagem de obstáculos. Neste ponto de vista, sentimos a ultrapassagem, como se fosse um perdão, porque tivemos a enorme fé de acreditar quem nos destruiu a nossa própria alma?. Educamos o espírito a sofrer, porque sofrer é a cruz de Jesus e Jesus quando chegou à terra não agradou a toda a gente, simplesmente criou ódios pela sua simplicidade. É nesta questão que o homem se interroga, se vive para sofrer ou se vive para amar o próximo?. Segundo o princípio bíblico da história da humanidade é digna de sofrimento, porque criou guerras, conquistou o mundo, o espaço, o fundo do oceano, mas ninguém chegou ao centro da terra, nem ninguém chegou ao fim do universo. É nesta parábola que termino este texto, para que nós um dia fechamos os olhos e o nosso corpo seja nutritivo à natureza, que nos deu tudo para nós vivermos e por fim esquecemos de agradecê-la por um simples ato de cuidá-la. Neste ponto de vista interpreto o poder do homem como uma migalha de pão no meio do universo, em que ninguém deve desrespeitar ninguém a não ser a si próprio. É nesta natureza que o animal selvagem cresce, mas nunca tenha pena de si próprio, talvez tu, um dia, não tenhas pena de ver quem te fez sofrer por uns míseros tostões.
sábado, 7 de novembro de 2020
PS a cobra que mordeu o seu próprio veneno !
terça-feira, 19 de maio de 2020
Traição Açoriana !
terça-feira, 14 de abril de 2020
O Significado Da Ressurreição
A ressurreição de Jesus dá-nos oportunidade de viver com felicidade e sorrisos, mas por meio do sofrimento surgem as lágrimas oriundas das próprias tristezas, derivada da amargura das nossas trevas ,cometidas na escuridão do próprio pecado. Pode ser tão simples de se pronunciar o nome de alguém chorando, mas questionando quem está sofrendo, é a maneira mais difícil de olhar de novo para o horizonte, de forma acreditar na esperança, que nem sempre está ao alcance de qualquer indivíduo. Existe um caminho a ser percorrido com esforço e dedicação, de forma a história possa ser recordada em manuscritos e posteriormente serem compreendidas em livros, para futuramente marcar o nosso verdadeiro destino de vida às gerações vindouras . Historicamente foi o destino que marcou Maria Madalena no seu encontro com Jesus, o que traduz nos tempos de hoje uma simples mensagem de reflexão de Deus que nos ajuda a não por uma lágrima ao canto do olho, porque um sorriso, ou uma companhia de alguém no nosso quarto, haverá sempre uma voz estranha que um dia anunciará a boa hora de uma partida física para uma viagem eterna metafísica da nossa própria alma. É verdade que Jesus se encontrava no sepulcro, mas o seu povo ainda não acreditava na sua ressurreição, não obstante das três vezes que anunciara, a realidade que ao terceiro dia ressuscitaria. Da mesma forma perdoou a tripla negação de Pedro e os pecados do bom ladrão, porque soube compreender o paradoxo de valor do verdadeiro amor que se conquista pelo próprio perdão da consciência humana.